As obras do novo Viaduto da Esperança entram em uma etapa decisiva para o início das intervenções. Com etapa atual contemplando a elaboração e aprovação dos projetos básico e executivo do novo complexo viário, com processo com duração estimada de quatro meses, a estimativa é que os trabalhos no canteiro se iniciem em outubro.

De acordo com a Superintendência Regional Norte do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), a ordem de serviço para a produção dos projetos foi autorizada no final de maio deste ano, dando início ao prazo legal de quatro meses para a consolidação e aprovação dos estudos de engenharia.

Durante este período de planejamento, que abrange os meses de junho, julho, agosto e setembro, a empresa contratada trabalha no detalhamento técnico e nas soluções operacionais da obra. Com a conclusão e a validação do projeto executivo junto ao DER/PR prevista para setembro, a expectativa é de que o início efetivo das obras na pista ocorra já no começo de outubro.

As obras no viaduto irão abranger a construção de duas passagens superiores, novas vias marginais, implantação de sistema de drenagem, muros de contenção, sinalização completa e dispositivos de segurança viária.

O prefeito Conrado Scheller explica que a obra efetivamente já começou porque a sondagem de solo está sendo feita já com profissionais contratados pela empresa que ganhou a licitação. “Estou participando, estou vendo de perto, acompanhando de perto toda essa situação. Me coloquei à disposição da empresa para tentar acelerar processos e ser útil no que for preciso, porque essa é uma obra importante, não só para Cambé, mas para todos que passam pela 369 e cruzam a Avenida Esperança também. Então, a nossa expectativa é que, no dia 20 de agosto, a empresa apresente o projeto final, que contempla todas as intervenções que tem que fazer com a Compagás, Sanepar, a sondagem de solo, onde vai colocar os resíduos e o trânsito. Essa é outra preocupação, porque não vai ter como não ter efeito colateral de uma obra dessa dimensão, dessa grandiosidade. Mas nós temos que tentar conversar junto com a nossa engenharia, a engenharia da empresa e as pessoas que utilizam esse local para entender como vai ficar o trânsito no decorrer das obras, para que ele cause o menor impacto possível. O impacto vai vir e a gente tem que trabalhar para diminuir esse impacto. Mas estamos felizes porque a obra efetivamente começa a sair do papel”, disse.

Com informações da Agência Estadual de Notícias.

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